Ê Brasilzão sabido!
Sempre se ouve falar mal sobre tudo do Brasil, principalmente dos próprios brasileiros.Com nossa política é de se esperar mesmo isso. Mas algo que sempre defendi foi que mesmo não tendo investimento na educação nós temos grandes cabeças pensantes em muitas áreas, que se destacam internacionalmente, mas aqui dentro, nada, nem se quer falam sobre esses grandes cientistas e inventores.
Nós naturalmente já nascemos com o 'jeitinho brasileiro' pra tudo, além de que nós latinos conseguimos assimilar as coisas mais rápido, ou seja, aprender mais rápido, provável que foi devido às dificuldades que nossos antepassados passaram e nossa mistura genética. E confirmo isso ao ler uma matéria na Folha Online que diz que o Brasil tem 25 núcleos de excelência científica, espalhados em 11 áreas de conhecimento. Se temos isso sem investimento na educação e nem na pesquisa, imagine se tivesse!
Leia a matéria que citei:
O Brasil tem 11 excelentes áreas na ciência
"O Brasil tem 25 núcleos de excelência científica, espalhados por 11 áreas do conhecimento, segundo estudo publicado este mês nos Anais da Academia Brasileira de Ciências. A maior quantidade de grupos, conforme mostra a metodologia que capta o impacto mundial dos artigos científicos que são publicados por brasileiros dentro ou fora do país, estão na neurociência e na área de cirurgia cardíaca. "Essas subáreas não apareceram por meio de mágica, elas surgiram exatamente no nosso levantamento", disse à Folha o autor do estudo Rogério Meneghini, do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, institutição criada no Brasil pela Opas (Organização Pan-Americana da Saúde). Além das duas líderes, outras nove áreas se destacaram. A lista tem ainda doenças infecciosas, genética humana, física de partículas, floresta amazônica, metabolismo oxidativo, catálise química, física quântica, contracepção e genômica.
Segundo Meneghini, que não considera seu estudo excludente, e portanto outros poderão aparecer e mostrar um mapa diferente, foram analisados, primeiro, um total de 248 artigos.
Todos publicados em revistas científicas de impacto internacional e presentes na base de dados da empresa americana ISI (Instituto para Informação Científica, na sigla em Inglês), considerada uma referência internacional. Nela, é possível acompanhar os artigos e também a quantidade de referências feitas a ele.
"O período de corte é de 10 anos, de 1994 a 2003. Todos os trabalhos usados na análise receberam mais de 100 citações", explica o pesquisador. Como nesta análise apenas as 11 áreas de maior destaque foram consideradas, o número total de trabalhos caiu para 117.
Entre os grupos de destaque no campo da neurociência, Meneghini destacou o impacto gerado por cinco deles, que foram responsáveis por seis artigos com mais de 100 citações.
"Três deles estão voltados para a farmacologia comportamental", explica. É o caso dos estudos de Frederico Graeff (USP de Ribeirão Preto), André Ramos (Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética da Universidade Federal de Santa Catarina) e Ivan Izquierdo (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).
Os outros dois são liderados por Xavier Albuquerque (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Miguel Nicolelis (Universidade de Duke/Estados Unidos). O primeiro investiga a transmissão das informações elétricas nos neurônios humanos e de como isso pode ser alterado pelos medicamentos.
O segundo, que faz experimentos sobre conexões sensomotoras, entrou na análise, mesmo estando fora do Brasil, porque vários pesquisadores radicados no Brasil continuam colaborado com ele.
No artigo captado pela pesquisa de Meneghini e Abel Packer, também do centro da Opas, publicado na Science em 1995, houve a participação de Luiz Antonio Baccalá, da Escola Politécnica da USP. Nicolelis é pesquisador na Universidade de Duke, nos Estados Unidos."
EDUARDO GERAQUE
da Folha de S.Paulo
Meu Brasilzão querido! =D
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Educação é um assunto muito complexo pra ser tratado só com números,envolve,além de conhecimento adquirido nas escolas,ética e cidadania.Fica difícil de se ter uma boa Educação quando os representantes maiores da nação não dão exemplo.Antes do investimento deve se pensar em deixar um pouco de lado o “jeitinho brasileiro”.Um país pode ter grandes cientistas,médicos,engenheiros…mas não adianta se todos são representados por pessoas desonestas e que não deveriam estar lá.Pra educação ser forte,antes vamos investir em honestidade e ética,e nisso se gasta muito pouco.É verdade é que pouco adianta mostrar nossa luz pros outros se pra nós mesmos esta luz aparenta estar apagada.