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July 3rd, 2011 | Escrito por: Bighi View Comments

Entrevista com o Pequeno Zangief

March 21st, 2011 | Escrito por: XaXá View Comments

Recentemente, uma TV americana fez uma entrevista com Casey Heynes, o Pequeno Zangief,  o garoto que se defendeu de um bully no estilo Zangief e virou ídolo mundial.

Na entrevista ele chega a comentar que há um ano ele chegou a pensar em suicídio.

Estou escrevendo um livro

March 3rd, 2011 | Escrito por: Bighi Comments Off

Estou escrevendo um livro. Um livro de ficção, uma aventura. Eu, que trabalho com informática, estou escrevendo um thriller.

Eu já havia decidido escrever um livro há uns três anos, mas não levei a ideia adiante. Na verdade, essa é uma ideia que sempre estave na minha cabeça. De vez em quando eu conseguia enterrá-la por um tempo, mas ela sempre volta.

Eu me lembro de uma vez no último ano do segundo grau. O último ano eu estudei num colégio diferente dos outros dois anos do segundo grau. Eu não conhecia ninguém, incluindo os professores. Então teve a aula de redação, uma aula que eu adorava e todo o resto da turma odiava. Bando de analfabetos sem cultura.

A professora tinha pedido que os alunos escrevessem durante a aula uma história de 5 páginas, e a história tinha que ter os seguintes elementos: cozinha, faca, tomate, arroz, mulher, empregada, marido. Não me lembro se tinha mais alguma coisa, mas a professora estava claramente tentando apontar pra uma cena de almoço ou jantar feito pela empregada.

Mas eu quis fazer diferente.

Eu escrevi, naquelas 5 folhas, uma história de assassinato. Uma noite de neblina fria em Londres, uma mulher com ciúmes assassinando o marido com a faca, arroz e tomate caídos no chão molhados em sangue. Eu me diverti muito escrevendo aquilo.

Na aula seguinte, eu faltei. Eu matava aula demais. Eu odiava aquele monte de gente burra, mas essa é outra história. Mas eu fiquei sabendo que naquela aula a professora resolveu pegar o meu texto (e só o meu) para ler na sala na frente de todo mundo. A ideia inicial do exercício nem era essa, mas a professora gostou tanto que leu o texto para toda a turma. Quando me contaram isso, eu me senti muito orgulhoso de mim mesmo. Eu sou foda.

Mas essa história toda era só pra falar que a vontade de ser um escritor já está em mim há muito tempo, desde aquela época. Agora estou levando adiante.

Desta vez é diferente das outras vezes em que pensei em escrever um livro. Desta é vez é sério e até eu mesmo posso sentir. Eu parei para estudar teoria literária, estruturas de narrativa, técnicas de escrita. Enfim, tudo que possa me ajudar a escrever. E ajudou bastante.

Eu não sou um expert em literatura ou língua portuguesa, apesar de ler uns 6 livros por mês. Meus livros não vão servir para levar a língua portuguesa a novos patamares ou mostrar como sou foda em distorcer o idioma ao meu bem prazer. Não é pra isso que eu escrevo.

Eu escrevo pra contar histórias legais, pra criar novos mundos, criar pessoas interessantes. Escrevo algo para me divertir e pra divertir as pessoas que vão me ler. A excelência no idioma que se dane!