Respondendo as principais críticas a Diablo 3

May 16th, 2012 | Escrito por: Bighi View Comments

Várias pessoas estão criticando alguns aspectos de Diablo 3, então resolvi comentar aqui sobre as principais reclamações. Eu não vou falar sobre servidor fora do ar, a ideia é comentar de aspectos de Game Design.

Cada decisão tomada pela Blizzard no jogo tem um bom motivo, e a maioria das reclamações é de pessoas que não entende nada do design por trás do jogo. Entenda:

Você pode mudar a qualquer momento!

Em Diablo 2 você não podia alterar nada no personagem e isso é uma merda por desincentivar a experimentação. A Blizzard não quer isso no Diablo 3, ela quer que você experimente e tente.

Além disso, a Blizzard tem feito o possível pra diminuir ao máximo a burocracia e o tempo não divertido em seus jogos. Se você precisasse fazer alguma coisa chata pra trocar de habilidade, isso seria tempo perdido com algo não divertido. Então é melhor simplesmente permitir que você troque e pronto.

Você não pode distribuir os pontos de atributos!

Pontos de atributos são uma coisa complicada. Na maioria dos jogos, essa opção é algo que torna o jogo pior e não melhor.

Distribuir atributos em jogos assim é o tipo de coisa que tem certo e errado. Colocar pontos em inteligência se você é guerreiro? Errado! Se você é noob e coloca errado, então seu personagem vai ficar pior só porque o jogo te deu uma opção.

Se existe um jeito certo de distribuir os atributos, então todo mundo que conhece bem o jogo vai colocar desse jeito certo e pronto. Ter mais opções no jogo só vale a pena se a sua escolha for livre. Uma escolha onde tem um jeito certo é só uma burocracia obrigatória, algo que todo mundo vai fazer igual.

E lembram o que eu falei no tópico anterior sobre remover burocracias do jogo? Então… se existe um jeito certo de distribuir os pontos, o jogo distribui por você e pronto. Sobra mais tempo pras coisas mais divertidas.

Você não escolhe as habilidades que seu herói vai aprender!

Eu tenho visto as pessoas falando isso como quem diz que você não escolhe nada relacionado às habilidades e todo herói vai ficar idêntico. É mesmo tão difícil entender que a sua escolha principal está em quais você vai selecionar pra usar?

“Ah, mas todo herói do mesmo nível sabe as mesmas magias, mimimi”. E daí? Foda-se quais você sabe! Você não pode usar todas ao mesmo tempo.

É como em Final Fantasy 7, que todo mundo elogia. Você pode ter milhões e milhões de Materias, mas tem que selecionar algumas pra usar. E também em FF7 ninguém reclama de você poder trocar de Materias facilmente.

Não tem single player offline!

Aqui eu concordo que isso é uma merda. Não ter um single player offline faz com que você sofra coisas que não deveria. Em Diablo 3 um cara que está jogando single player sofre com lag, quedas do servidor, etc. Triste.

Mas eles tem um motivo oculto por trás disso. A Blizzard começou com o leilão que permite colocar dinheiro de verdade no meio. A cada venda ela tira uma porcentagem pro bolso dela. O que isso significa? Lucro pra ela por cada pessoa usando o leilão.

Forçar todo mundo a jogar online garante duas coisas:

1) Ela tem certeza que seus itens são legítimos e você não trapaceou por eles. Mas isso é o de menos. O importante é…

2) Você vai conseguir um monte de item ao longo do jogo, muitos deles não vão servir pra você. O que fazer com eles? Humm… vender no leilão! Acho que posso ganhar um dinheiro vendendo esses itens que estão sobrando.

E lá vai mais dinheiro pra Blizzard. Este é o verdadeiro motivo de fazer o single player online: dinheiro. Não é proteção à pirataria, não é evitar cheats, nem nenhum outro motivo que aleguem. É simplesmente dinheiro.

Onde comprar iPhone 4 barato

April 25th, 2012 | Escrito por: Bighi Comments Off

Até Mais, Velho Amigo

September 3rd, 2011 | Escrito por: Bighi View Comments

Melhores Jogos de Xbox 360

April 13th, 2011 | Escrito por: Bighi Comments Off

Eu tenho um Xbox 360 e adoro jogos, então vou listar aqui os melhores jogos de xbox 360 dos últimos tempos. Todos os jogos possuem links para serem comprados no Mercado Livre.


Red Dead Redemption

Melhores Jogos de Xbox 360

Este jogo me lembra muito GTA, só que no velho oeste. Eu gostei mais deste jogo do que gostei de GTA, mas não sei explicar bem o motivo. Você tem uma história interessante, personagens interessantes, e um tema muito bem representado.

Algumas pessoas podem acabar não gostando dos momentos mais parados do jogo, mas eu acho que isso serve pra colocar o tema velho oeste ainda mais nas nossas cabeças. Tem momentos que você vai ficar caminhando lentamente a cavalo enquanto conversa. Tem momento em que você vai ter que ficar guiando um grupo de vacas. Tem até parte do jogo onde você precisa laçar e domar um cavalo.

Além disso tudo, claro, o jogo tem muitos momentos de perseguição a cavalo, tiroteios, traições, explosões de dinamite. Este é um jogo de ação muito divertido e ainda tem multiplayer online.


Call of Duty: Black Ops

Melhores Jogos de Xbox 360

Call of Duty é sempre foda, não precisa de muito comentário. Provavelmente a melhor série de tiro do Xbox 360. Call of Duty traz uma história bem contada que passa por várias épocas difíceis das últimas décadas, incluindo a invasão de Cuba pelos americanos e conflitos com a Rússia na guerra fria.

No multiplayer, o jogo traz de volta todos os elementos inovadores do Modern Warfare 2, incluindo Perks com versão Pro. Pra quem gosta de jogar Multiplayer até rachar, o jogo consegue te manter motivado por vários meses.


Marvel VS Capcom 3: Fate of Two Worlds

Melhores Jogos de Xbox 360

Eu gosto muito de jogos de luta, e este provavelmente é um dos melhores já lançados até hoje, e está disponível para o Xbox 360. Primeiro de tudo, todos os personagens estão equilibrados. Alguns são mais difíceis de se aprender a jogar do que outros, mas todos são igualmente bons nas mãos de alguém treinado. E isso dá uma longevidade muito maior ao jogo.

As mudanças feitas na série permitem que um iniciante comece a jogar sem problema, mas ainda tendo um longo caminho se a pessoa quiser se aprofundar tecnicamente. Ação frenética, golpes exagerados, combos gigantescos. Tudo que uma pessoa pode querer num jogo de luta.

Entrevista com o Pequeno Zangief

March 21st, 2011 | Escrito por: XaXá View Comments

Recentemente, uma TV americana fez uma entrevista com Casey Heynes, o Pequeno Zangief,  o garoto que se defendeu de um bully no estilo Zangief e virou ídolo mundial.

Na entrevista ele chega a comentar que há um ano ele chegou a pensar em suicídio.

Estou escrevendo um livro

March 3rd, 2011 | Escrito por: Bighi Comments Off

Estou escrevendo um livro. Um livro de ficção, uma aventura. Eu, que trabalho com informática, estou escrevendo um thriller.

Eu já havia decidido escrever um livro há uns três anos, mas não levei a ideia adiante. Na verdade, essa é uma ideia que sempre estave na minha cabeça. De vez em quando eu conseguia enterrá-la por um tempo, mas ela sempre volta.

Eu me lembro de uma vez no último ano do segundo grau. O último ano eu estudei num colégio diferente dos outros dois anos do segundo grau. Eu não conhecia ninguém, incluindo os professores. Então teve a aula de redação, uma aula que eu adorava e todo o resto da turma odiava. Bando de analfabetos sem cultura.

A professora tinha pedido que os alunos escrevessem durante a aula uma história de 5 páginas, e a história tinha que ter os seguintes elementos: cozinha, faca, tomate, arroz, mulher, empregada, marido. Não me lembro se tinha mais alguma coisa, mas a professora estava claramente tentando apontar pra uma cena de almoço ou jantar feito pela empregada.

Mas eu quis fazer diferente.

Eu escrevi, naquelas 5 folhas, uma história de assassinato. Uma noite de neblina fria em Londres, uma mulher com ciúmes assassinando o marido com a faca, arroz e tomate caídos no chão molhados em sangue. Eu me diverti muito escrevendo aquilo.

Na aula seguinte, eu faltei. Eu matava aula demais. Eu odiava aquele monte de gente burra, mas essa é outra história. Mas eu fiquei sabendo que naquela aula a professora resolveu pegar o meu texto (e só o meu) para ler na sala na frente de todo mundo. A ideia inicial do exercício nem era essa, mas a professora gostou tanto que leu o texto para toda a turma. Quando me contaram isso, eu me senti muito orgulhoso de mim mesmo. Eu sou foda.

Mas essa história toda era só pra falar que a vontade de ser um escritor já está em mim há muito tempo, desde aquela época. Agora estou levando adiante.

Desta vez é diferente das outras vezes em que pensei em escrever um livro. Desta é vez é sério e até eu mesmo posso sentir. Eu parei para estudar teoria literária, estruturas de narrativa, técnicas de escrita. Enfim, tudo que possa me ajudar a escrever. E ajudou bastante.

Eu não sou um expert em literatura ou língua portuguesa, apesar de ler uns 6 livros por mês. Meus livros não vão servir para levar a língua portuguesa a novos patamares ou mostrar como sou foda em distorcer o idioma ao meu bem prazer. Não é pra isso que eu escrevo.

Eu escrevo pra contar histórias legais, pra criar novos mundos, criar pessoas interessantes. Escrevo algo para me divertir e pra divertir as pessoas que vão me ler. A excelência no idioma que se dane!

Salgado Surpresa

March 1st, 2011 | Escrito por: Bighi Comments Off

Se você costuma comer na rua, já passou por um momento desses. Você está lá, comendo seu salgado sem fazer mal pra ninguém, e de repente você morde alguma coisa esquisita que faz seu cérebro ativar todos os alertas e se perguntar “mas o que que é isso assim, meu deus?”

Surpresa! Você foi premiado.

O engraçado é que esses momentos de puro pânico não são sem motivo. O negócio surpresa tem sempre a consistência mais bizarra do mundo. Você nunca vai morder simplesmente uma bolinha de farinha que não de misturou.

Essas coisas costumam ter uma consistência dura como pedra, ou gosmenta como bolinho de catarro puxado lá do fundo, ou então aquela “crocância” esquisita que só uma asa de barata pode ter. Saca qual é?

Aí você faz aquela cara de nojo e não sabe bem o que fazer. Será que separa a parte nojenta num cantinho da boca e termina de comer o resto? Será que cospe? E ainda por cima tem o pânico de ficar pensando “PQP, comi uma mosca!!!!”

Mas eu acho que o pior de tudo é que você pega um guardanapo, cospe discretamente ali, dá uma olhadinha na comida parcialmente mastigada e… não tem NADA lá!